La Armada Invencível
Invencível Armada: 130 navios (bem artilhados)
8.000 marinheiros
18.000 soldados
Em 1588 o rei Felipe II de Espanha,reuniu uma esquadra na tentativa de invadir a Inglaterra com a pretensão de assumir o trono,foi o maior combate e a pior derrota(vergonha)da Espanha para a Inglaterra.
Contando com Galeões portugueses partiu do Tejo em 28 de maio de 1588 com o objetivo de destruir a frota Inglesa no canal da mancha,viagem que teve seu fim,um tanto quanto trágico,em 29 de julho de 1588.
Os Ingleses impediram o embarque da Armada pelo canal da mancha lançando um ataque com navios incendiários obrigando-os a recuar.Na viagem de volta depararam-se com uma tempestade e perderam aproximadamente metade de seus navios.
Felipe II era defensor do catolicismo e opositor do cristianismo Inglês.
Após a morte de Mary Stuarty,ordenada por Elisabeth I(rainha Inglesa),procurou o momento e oportuno para por em prática seus planos de dominar os mares e enfatizar o poder Espanhol que estava enfraquecido pela revoltada do exercito Holandês em seu território Flandes eoutros,mas principalmente o protestantismo crescente na Europa.
A principal ideia era destronar Elisabeth I e coroar Mary Stuart rainha da Inglaterra defendendo assim o domínio católico com suas influências políticas e militares.
As rainhas da Inglaterra
Aurilene Mota ra:A96dfc7
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terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Martin Luther King
"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados pelo caráter, e não pela cor da pele." Este é um trecho do famoso discurso de Martin Luther King em Washington, capital dos Estados Unidos, proferido no dia de 28 de agosto de 1963, numa manifestação que reuniu milhares de pessoas pelo fim do preconceito e da discriminação racial.
Martin Luther King Jr. era filho e neto de pastores protestantes batistas. Fez seus primeiros estudos em escolas públicas segregadas e graduou-se no prestigioso Morehouse College, em 1948.
Formou-se em teologia pelo Seminário Teológico Crozer e, em 1955, concluiu o doutorado em filosofia pela Universidade de Boston. Lá conheceu sua futura esposa, Coretta Scott, com quem teve quatro filhos.
Em 1954 Martin Luther King iniciou suas atividades como pastor em Montgomery, capital do estado do Alabama. Envolvendo-se no incidente em que Rosa Parks se recusou a ceder seu lugar para um branco num ônibus, King liderou um forte boicote contra a segregação racial. O movimento durou quase um ano, King chegou a ser preso, mas ao final a Suprema Corte decidiu pelo fim da segregação racial nos transportes públicos.
Em 1957 tornou-se presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul, intensificando sua atuação como defensor dos direitos civis por vias pacíficas, tendo como referência o líder indiano Mahatma Gandhi.
Em 1959, King voltou para Atlanta para se tornar vice-pastor na igreja de seu pai. Nos anos seguintes participou de inúmeros protestos, marchas e passeatas, sempre lutando pelas liberdades civis dos negros.
Os eventos mais importantes aconteceram nas cidades de Birmingham, no Alabama, St. Augustine, na Flórida, e Selma, também no Alabama. Luther King foi preso e torturado diversas vezes, e sua casa chegou a ser atacada por bombas.
Em 1963 Martin Luther King conseguiu que mais de 200.000 pessoas marchassem pelo fim da segregação racial em Washington. Nesta ocasião proferiu seu discurso mais conhecido, "Eu Tenho um Sonho". Dessas manifestações nasceram a lei dos Direitos Civis, de 1964, e a lei dos Direitos de Voto, de 1965.
Em 1964, Martin Luther King recebeu o Prêmio Nobel da Paz. No início de 1967, King uniu-se aos movimentos contra a Guerra do Vietnã. Em abril de 1968, foi assassinado a tiros por um opositor, num hotel na cidade de Memphis, onde estava em apoio a uma greve de coletores de lixo.
Naceu em 15 de janeiro de 1929, em Atlanta (EUA) e morreu em 4 de abril de 1968, em Memphis (EUA)
Fonte: UOL Educação
Por: Verônica F. Tezoni
B06IIJ-0
domingo, 24 de março de 2013
Região Sul (Estados Unidos):
O Sul dos Estados Unidos (conhecidos localmente como American South, Dixie, Down South ou simplesmente the South, "o Sul") é uma região distinta, de grande extensão territorial, situada no sudeste e centro-sul dos Estados Unidos. Devido à herança cultural e histórica característica da região, incluindo influências indígenas, espanholas, inglesas, francesas, escocesas, irlandesas e alemãs, além da importação de milhares de escravos africanos e do crescimento desta grande parcela de afro - americanos na população local, bem como da dependência histórica da região do trabalho escravo e o legado da Confederação após a Guerra Civil Americana, o Sul desenvolveu seus próprios costumes, literatura, estilos musicais (tais como a música country ou o jazz) e culinária, que moldaram de maneira profunda a cultura tradicional americana.
Nas últimas décadas o Sul se tornou mais industrializado e urbano, atraindo migrantes de dentro e fora do país. A região é uma das com o mais rápido crescimento nos Estados Unidos; apesar disto, o Sul ainda apresenta um problema persistente de pobreza, e todos os seus estados (com exceção da Virgínia e da Flórida) têm uma taxa de pobreza maior do que a média americana. A pobreza prevalece principalmente nas áreas rurais.
A região Sul também teve influência considerável nas políticas presidenciais (com a maioria dos presidentes americanos sendo originários desta região).
Aluna: Carolina Kei Martins Murata
TA: T961DD-2
| Alabama |
| Arkansas |
| Geórgia |
| Kentucky |
| Louisiana |
| Mississippi |
| Carolina do Norte |
| Carolina do Sul |
| Tennessee |
| Virgínia |
| Virgínia Ocidental |
Elizabeth II – Rainha da Inglaterra
Elizabeth II – Rainha da Inglaterra
Elizabeth II (1926) é a Rainha da Inglaterra. Em 2012, comemora o Jubileu de Diamante, 60 anos de Reinado. É a monarca do Reino Unido, que é formado pela Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, País de Gales) e Irlanda do Norte. É a líder de mais 15 reinos da Commonwealt (Comunidade das Nações): Austrália, Antígua e Barbuda, Belize, Barbados, Canadá, Bahamas, Granada, Ilhas Salomão, Jamaica, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, St Lúcia, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas e Tuvalu.
Elizabeth II nasceu em Mayfair, em Londres, Inglaterra, no dia 21 de abril de 1926. Primeira filha do Duque e da Duquesa de York, posteriormente Rei George VI e Rainha Elizabeth (Rainha Mãe). Sua irmã Margareth, nasceu quando Elizabeth estava com quatro anos. Quando Elizabeth nasceu, a coroa estava em poder de seu avô George V, que foi o primeiro membro da dinastia de Windsor, a ser coroado. Elizabeth era a terceira na linha sucessória da coroa, atrás de seu tio Edward e de seu pai George. Em 1936 com a morte de seu avô, ascende ao trono, seu tio Edward VIII, que abdicou antes de um ano. George VI, assume a coroa e permanece no trono entre 11 de dezembro de 1936 e 6 de fevereiro de 1952.
Elizabeth Alexandra Mary de Windsor foi educada em casa, estudou história constitucional e leis, religião e línguas modernas. Em 20 de novembro de 1947, casa-se com o primo Philip Mountbatten, Duque de Edimburgo, na Abadia de Westminster. Depois de casados passaram a residir em Clarence House, em Londres. O casal teve 4 filhos, Charles (1948), Anne (1950), Andrew (1960) e Edward (1964).
Quando George VI estava doente, a princesa Elizabeth já o representava em diversos eventos públicos. No dia 6 de fevereiro de 1952, com a morte precoce do Rei, Elizabeth II, com 27 anos, assume o trono. É coroada na Abadia de Westminster, no dia 2 de junho de 1953. Nesta data, a Rainha já era mãe de Charles e Anne. Após a coroação, a Família Real passa a residir no Palácio de Buckingham, no centro de Londres.
Durante seis meses o casal realiza uma turnê, por vários países da comunidade das nações. Em julho de 1958, o príncipe Charles recebe o título de Príncipe de Gales. Em 1959, viajam para o Canadá. Em 1960, nasce Andrew o terceiro filho do casal. Em 1961, viaja para a Índia, Paquistão, Chipre, Nepal, Irã e Gana. No dia 10 de março de 1964 nasce Edward. No dia 14 de novembro de 1973, a princesa Anne casa com Mark Anthony.
Elizabeth II visita o Vaticano, em 1980. No dia 29 de julho de 1981, seu filho Charles casa-se com Lady Diana, na Catedral de ST. Paul. Diana recebe o título de Princesa de Gales
Em 1997, morre Diana, em acidente de carro em Paris. No dia 19 de junho de 1999, Edward, seu quarto filho casa-se com Sophie Rhys-Jones.
Elizabeth II comemora em 2012, o Jubileu de Diamante, 60 anos de Reinado. O Palácio de Buckingham, organizou vários eventos entre os dias 2 e 5 de junho, para festejar a data. No dia 2, foi realizada a tradicional Derby de Epson, no sul de Londres. No dia 3, um passeio fluvial pelo rio Tâmisa, com cerca de mil barcos, acompanhavam a luxuosa embarcação da Família Real, decorada com flores dos jardins do Palácio Real. No dia 4, um show em frente ao Palácio de Buckingham, com apresentação dos cantores, Paul MacCartney, Stevie Wonder e Elton Johm.
O Jubileu de Diamante, 60 anos de Reinado
No dia 5, sem a presença do Duque de Edimburgo, que foi hospitalizado com uma infeção na bexiga, foi celebrada uma missa em ação de graça na Capela de ST. Paul. Elizabeth II, O Príncipe Charles, Camilla, Willems, Catherine e Heury, seguiram em carruagem para o Palácio de Buckingham, ao som das badaladas dos sinos da Abadia de Westminster.
Entre os anos de 1953 e 1954, ela e o esposo viajaram o mundo inteiro, esteve no Brasil em 1968, estando presente na inauguração do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP).
A Rainha Elizabeth II discursava no Congresso Nacional, em Brasília, a viagem ao Brasil fez parte de um programa Britânico de integração econômica com os países latino-americanos. A rainha com países latino-americanos.
Fonte: http://www.e-biografias.net/elizabeth_ii/
Aluna: SIDINÉIA GOMES SANTANA / RA. B07HAI-3
13ª Emenda
A Décima Terceira Emenda à
Constituição dos Estados Unidos (em inglês: The Thirteenth Amendment to the
United States Constitution) aboliu oficialmente e continua a proibir em
território americano a escravatura e a servidão involuntária , essa última
exceto como punição por um crime. Foi aprovada pelo Senado em 8 de abril de
1864, aprovada pela Câmara em 31 de janeiro de 1865 e aprovado em 6 de dezembro
de 1865. Foi então declarado no anúncio do secretário de Estado William Seward
em 18 de dezembro. Foi a primeira das emendas da Reconstrução. O Presidente dos
Estados Unidos na época da votação era Abrahan Lincoln.
A emenda esta assim redigida:
"Emenda XIII
'Seção 1'
Não haverá, nos Estados Unidos ou
em qualquer lugar sujeito a sua jurisdição, nem escravidão, nem trabalhos
forçados, salvo como punição de um crime pelo qual o réu tenha sido devidamente
condenado.
'Seção 2'
O Congresso terá competência para
fazer executar este artigo por meio das leis necessárias"
Carina Castro
B05557-0
terça-feira, 19 de março de 2013
Índia: Concorrência desleal/ A "jóia" do Império Britânico/ Colonialismo e Racismo
-->
Concorrência desleal
Com a Revolução Industrial, as indústrias de tecelagem
britânicas passaram a exportar tecidos para a Índia. Essa exportação era feita
pro intermédio da Companhia Inglesa das Índias Orientais, o que significou uma
"invasão" de produtos britânicos no mercado indiano.
A Índia, que antes exportava tecidos para a
Grã-Bretanha, passou a ser mera fornecedora de matérias-primas e importadora de
produtos industrializados. Ironicamente, parte do algodão, que servia de
matéria-prima para os produtos das indústrias de tecelagem britânicas vinha da
própria Índia.
A maioria das tecelagens indianas faliu, pois nelas
a produção ainda era feita de forma artesanal, incapaz de concorrer com os
produtos industrializados vindos da Grã-Bretanha. A situação que colocou muitas
famílias na miséria.
A "joia" do Império Britânico
A importância da Índia para o império colonial
britânico era tal que ela passou a ser chamada de "a joia mais cara da
coroa". O país rendeu muito tanto para os cofres públicos britânicos
quanto para os bolsos de muitos homens de negócios da Grã-Bretanha.
Quem não tinha muitos motivos para comemorar era o
povo indiano que enfrentou graves problemas durante o período da dominação
britânica, dentre os quais, os constantes abusos e humilhações a que as
autoridades britânicas submetiam os indianos.
Colonialismo e racismo
Coerentemente com as crenças racistas da época, os
britânicos e os europeus de modo geral se julgavam superiores aos povos nativos
da África e da Ásia. Essa visão racista era usada para justificar a expansão
colonialista das potências europeias nesses continentes e apelava para
argumentos pseudocientíficos, que mais tarde, no século 20, serviram de base
para a ideologia nazista pregada por Hitler.
Segundo o discurso colonialista, os povos asiáticos
e africanos eram incapazes de resolver seus próprios problemas e precisavam da
"ajuda" dos europeus que estariam trazendo o "progresso" e
a "civilização". Outro problema enfrentado pelos indianos eram as
constantes crises de fome que abalavam o país.
Fonte:
-->
Por: Flavia Paiva Vasques
RA: B01EIA-4
Domínio Inglês na Índia: aspectos do colonialismo
Índia: Domínio inglês na Índia mostra dois aspectos do colonialismo
Imagine a seguinte cena: uma expedição liderada por
um grupo de aristocratas ingleses, esnobes, sendo transportados nas costas de
elefantes asiáticos, devidamente acompanhados por toda uma equipe de serviçais
e carregadores nativos que caminham por uma floresta da Índia.
O objetivo dessa expedição seria algo reprovável
para nossas mentes "ecologicamente corretas": uma caçada por esporte,
pelo simples prazer de matar animais raros. No caso, a presa é o mais temido
animal das selvas e florestas asiáticas: um tigre.
Vários filmes mostraram cenas semelhantes a essa.
Também mostraram cidades em cujas ruas poderíamos encontrar serpentes saindo do
interior de cestos, enquanto eram "hipnotizadas" pelo som de uma
flauta. Sem falar em faquires deitados sobre camas de pregos e soldados
britânicos vestindo casacas vermelhas.
Produzidos nos anos 1950 e 1960, esses filmes eram
ambientados numa época que a Índia, terra de mistérios e exotismo, era
uma colônia da Grã-Bretanha. Eram filmes que faziam sucesso, mas a
maioria deles apresentava um retrato bastante superficial do que era a Índia no
período da dominação britânica.
Em primeiro lugar porque muitos, mas não todos,
mostram os indianos de maneira estereotipada, difundindo uma visão
preconceituosa a respeito dos habitantes da Índia. Em segundo, porque a maioria
desses filmes se baseava em ficções literárias, como, por exemplo, as obras do
escritor britânico Rudyard Kipling (1865-1936), criador de Mogli, o
menino-lobo, e não em fontes históricas propriamente ditas.
Fonte:
Por: Flavia Paiva Vasques
RA: B01EIA-4
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